KeyBITS


O projeto KeyBITS nasce da interação em início de 2007 do administrador da QuantaSEC Consultoria, Projetos e Pesquisas Ltda - ME, com professores da Universidade Federal de Minas Gerais visando criar uma Plataforma de Criptografia com a tecnologia exposta nas patentes americana e brasileira de números US 7,831,050 B2, de 09 de novembro de 2010, e INPI/Brasil 002872.

Essa tecnologia é uma evolução do sistema de criptografia "alpha-eta" desenvolvido com o apoio da agencia americana DARPA ( Northwestern University/Telcordia/BBNT ). O administrador da QuantaSEC é um dos inventores deste sistema - testado em redes de segurança do governo americano (Telcordia/BBNT), em teste aeronáutico terra-ar ( Optix/NuCrypt ), colocado no mercado pela Nucrypt LLC e com desenvolvimentos independentes no Japão (Tamagawa University).

A tecnologia pode ser aplicada em redes de fibras ópticas, no espaço livre e redes genéricas de comunicação. A Plataforma é constituida de:
  1. Gerador físico de bits aleatórios (PhRBG) com taxa inicial em torno de 1 GHz (equipamento opto-eletrônico sem similar a nível mundial, com potencial para comercialização independente).
  2. Protocolos básicos associados ao PhRGB incluindo protocolo para compartilhamento seguro de chaves (bits) entre um transmissor e um receptor e protocolos básicos para ciframento bit-a-bit em alta velocidade: texto, imagem, voz.
A Plataforma apresenta duas camadas de segurança que podem funcionar independentemente ou simultaneamente: ruído físico (que impede o atacante de obter os sinais transmitidos) e dificuldade computacional (que impede o atacante de quebrar o ciframento imposto). A implementação dessa tecnologia se inicia com protótipos de laboratório e deverá evoluir para integração dos componentes opto-eletrônicos. A primeira parte da implementação passou a ser possível com o apoio governamental através do projeto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)- Finep(0276/12)-Fundep(19658)-Comando do Exército(DCT)-RENASIC.

Admitem-se parceiros para as etapas posteriores de miniaturização, produção de softwares específicos para demandas dos eventuais usuários e implementação de estações de emissão e recepção (rede de fibras ópticas). Solicita-se aos interessados contactar os coordenadores do projeto.